segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Segue tensão na fronteira Brasil-Peru


Segue tensão na fronteira Brasil-Peru

22 de Agosto de 2011

Maria Emília Coelho Atualização Rosy Lee Brasil.



Segue tensão na fronteira Brasil-Peru



A situação continua tensa na Terra Indígena Kampa e Isolados do Rio Envira, área de proteção de povos indígenas isolados no Acre, região de fronteira com o Peru. O lugar foi invadido no mês passado por peruanos armados ligados ao narcotráfico. Durante a semana passada, tiros foram ouvidos a menos de dois quilômetros da base. Rastros de isolados foram encontrados perto do local na segunda, dia 15 de agosto.

A equipe da Força Nacional chegou quinta-feira passada à base do igarapé Xinane, da Frente de Proteção Etnoambiental Envira, da Fundação Nacional do Índio (Funai), para substituir os seis homens do Batalhão de Operações Policiais Oficiais (Bope) do estado do Acre que estavam na base desde o dia 7 de agosto. Antes, uma equipe da Polícia Federal esteve presente na região para realizar uma operação que capturou Joaquim Fadista, narcotraficante português que atua no Peru.

O sertanista José Carlos Meirelles, que permanece na base do Xinane com os dois mateiros, Francisco de Assis (Chicão) e Francisco Alves de Castro (Marreta), enviou notícias por email: “São onze da noite e o tiro de fuzil aqui pra cima do rio Envira foi ouvido novamente. Penso mesmo que os peruanos vão botar roçado e morar por aqui. Ou seja, não têm a mínima intenção de ir embora. Afinal, ninguém os perturba”.

A ordem dada aos homens da Força Nacional é que a movimentação seja feita num raio máximo de 500 metros da base. “Nosso plano era bater uns igarapés para ver se los hermanos não estão escondidos. Mas ficou apenas no plano, a ordem é só fazer a segurança da base. Ninguém ainda se dispôs a bater realmente estas matas e desvendar o que estas pessoas, que continuam aqui, fazem e querem”, reclamou o sertanista, que coordenou a Frente Envira da Funai por 23 anos. Hoje, ele trabalha na Assessoria Indígena do governo do Acre.

Meirelles contou que viu rastros de isolados no igarapé Xinane há cerca de uma semana. “Fui com os mateiros pegar uns peixes e vi o rastro de dois índios subindo por dentro da água aqui perto da base. Eles não são bestas de andar na praia. Estão monitorando essa maluquice toda por aqui”. O sertanista também está preocupado com o “day after”. “Adivinha pra quem vai sobrar flecha?”.

Nenhuma instituição do governo peruano se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido até agora. O Instituto Nacional de Desenvolvimento dos Povos Andinos, Amazônicos e Afro Peruanos (INDEPA) pediu nesta semana para o órgão indigenista brasileiro informações mais detalhadas e georreferenciadas do local para se manifestar sobre a invasão no Acre.

Até o momento não existe nenhum plano de ação, em coordenação bilateral dos governos de Peru e Brasil, para a proteção dos isolados. Na pouco mais de uma semana a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) realizou em Brasília a primeira reunião do Projeto “Marco Estratégico para a elaboração de uma agenda regional de proteção dos povos indígenas em isolamento voluntário e em contato inicial”.

Para Meirelles, os índios isolados da região são os verdadeiros donos desse pedaço de Amazônia e serão os que, mais uma vez, pagarão o maior preço pela invasão de suas terras: “O que realmente aconteceu com índios isolados, só os urubus sabem”.


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Índios que protestaram em hidrelétrica do Nortão querem 5% do lucro

13 de Junho de 2011 - 17:39
Índios que protestaram em hidrelétrica do Nortão querem 5% do lucro
Fonte: Só Notícias/Weverton Correa
Atualização Rosy Lee Brasil

O mais de 200 índios de diferentes etnias que fizeram protesto na Usina Hidrelétrica de Energia (UHE) Dardanelos, em Aripuanã, querem a participação de 5% no lucros da produção de energia. Audiências com representantes do governo federal para tratar da legalidade foi o acordo acertado para que deixassem as instalações, de acordo com o coordenador regional da Fundação Nacional do Índio em Juína, Antônio Carlos Ferreira de Aquino. "Eles querem este percentual de participação de forma permanente", disse, em entrevista ao Só Notícias.

De ante mão, ele ressaltou que empresa informou não ter condições de atender ao pedido dos grupos indígenas. Nas audiências, marcadas para dias 27 e 28, na sede da Funai em Brasília, as obrigações dos indígenas e da empresa serão colocadas em pauta, e se, realmente, o pedido de participação no lucros é legal. Deverão estar presentes membros dos Ministérios de Minas e Energia, Justiça e Meio Ambiente, Ministério Público Federal, Casa Civil e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O empreendimento, que tem capacidade para gerar 261 megawatts de energia a partir do rio Aripuanã, foi concluído ano passado, após três anos de obras, mas ainda não está em operação. Falta viabilizar uma linha de transmissão ao Sistema Nacional de Energia.

Os índios também querem a cessão de dois ônibus e a construção de moradias, que foram prometidas no Plano Básico de Meio Ambiente, para compensar os danos causados pela obra a cerca de 1 mil indígenas da região. O acordo foi feito durante o processo de negociação para construção da usina, mas ainda não foram cumpridos. Conforme Só Notícias informou, os índios deixaram a hidrelétrica, onde estavam desde quarta-feira (8), neste final de semana.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Gleisi Hoffmann - Primeiro pronunciamento da ministra-chefe da Casa Civil.



• Não há maldição nos temos um projeto estraordinario de transformação deste Pais um pais que inclui as as pessoas um pais que muda a vida das pessoas com esse progeto que estou me comprometendo.Rosy Lee Brasil diz:Renascer Reapreeder; Ninquem tem o direto de mudar o que proprio natural da humanidade costume ,crença...se trata Violação dos Direito Humanos ,temos que nos se livrar dessas catissas isso e uma maldição.

terça-feira, 7 de junho de 2011

índios protestam contra construção da usina Belo Monte-PA / COLÍDER - M...



Rosy Lee Brasil diz:Nos povos indigenas não queremos uma nova nãção antes de tudo já havia essa nação chamada Brasil aceitamos todas naçoes de Braços abertos e ensinamos todos nossa culturas nossa sobrevivência e nós tira á força nossa identidade e dignidade e convivel familiares empurrando para sistema que e o di menos mais fazer que povo Brasileiro dependa do sistema e tira á dignidade da pessoa humana . Nos população indigenas não somos contra o Desenvolvimento e Crescimemto do Brasil. Somos Contra que para tudo o que vem acontecendo e nessesario Renascer para Reapeender ;esquecer tudo para recomeçar tudo de novo . O Brasil não prescisa renascer da cinza para uma nova nãção .Diga não á Belo monte .O Brasil Jamais deixará de Perder Sua identidade .Somos brasileiros e tenho orgulho ser brasileiro e da Minha origem Indigenas.