quarta-feira, 30 de junho de 2010

Reestruturação ou Internalização no BRASIL?Ministro da Justiça ,Presidente da Repulica, Dilma Roseff,Mercio Meira,Etnias quarajara´Mudurucu,terena,...

Por Rosy Lee Brasil

"Internalizar"

Adotar ou incorporar inconscientemente
Adoção ou incorporação inconsciente de certos padrões, idéias, atitudes, práticas, personalidade ou valores de outra(s) pessoa(s) ou da sociedade, que o indivíduo passa a considerar como seus.no meu Vocabulario isso sequinfica em termo Juridico Alienação

É o termo jurídico utilizado para indicar toda e qualquer transferência de gozo, coisa ou bem (algo) de uma pessoa para outra. A transferência do domínio de algo em favor de um terceiro é denominada "Alienação". Vide termo "alienar"

Os protestos são contra o decreto 7.056/09, assinado pelo presidente Lula em 28 de dezembro 2009, que prevê a reestruturação da Fundação Nacional do Índio (Funai) e a extinção das administrações regionais do órgão no Estado, assim como de todos os Postos Indígenas.[Reestruturação da FUNAI , Tem por destruturar as tribos INDIGENAS .PARA ,DESIMAREM .DESAPARECEREM ,ACABAR COM Á INDENTIDADE E A HISTORIA do Brasil..CONSTITUIÇÂO FEDERAL DE 1988
A Constituição, em seu artigo 231, reconhece o direito originário dos índios às terras "imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias a sua reprodução física e cultural, segundo seus usos, costumes e tradições"O decreto do Executivo regulamenta o Estatuto do Índio (Lei 6.001/73), que, entre outros princípios, garante às comunidades indígenas a posse permanente das terras que habitam, reconhecendo-lhes o direito ao usufruto exclusivo das riquezas naturais e de todas as utilidades existentes nessas terras.e quando se fala em demarcação de terra à demarcação as terras não é um ato constitutivo de posse,Você entedeu?, Quanto a recursos hídricos, como construção de usinas, o estatuto diz que as comunidades podem vetar esses projetos em suas áreas quando á possibilidade de risco . Foram tirados todos esses Direitos dos povos Indigenas Contuição de 1988 .quase todos seus Insiso.Este é o pac na Amazonia Para Descenvolver e crescer Muitos Vão Ter que renascer Para Reapreender.UM ABSURDO





Reestruturação Ou Intenalização do Brasil


Os utimos GUARDIÕES da MÃE NATUREZA.
Todas As Tribos que foram convocada Prestar atenção na hora que assinar qualquer documento e pedir sempre copia " Não Se Vende um Interese Individual.Quando se PreJudica Uma Nação Intera. O BRASIL È DE TODOS BRASILEIROS E NÃO ESTÁ A VENDA.

domingo, 27 de junho de 2010

Nadandando nas riquesa do Brasil

Bloco de quartzo da Amazônia vira banheira de R$ 1,4 milhão
Peça será colocada à venda na Inglaterra.
Banheira foi criada por designer italiano.

Do Globo Amazônia, em São Paulo
Tamanho da letra Uma banheira esculpida numa pedra maciça de quartzo amazônico será colocada à venda pelo equivalente a R$ 1,4 milhão na loja de departamentos Harrods, em Londres, em julho.



Segundo o site da Rede Mundial de Design de Interiores, após saber da existência do enorme cristal na Amazônia brasileira, em 2006, a empresa italiana Baldi a comprou e a transportou para a Europa, onde foi cortada com diamantes. O bloco de quartzo serviu para a produção de duas banheiras. A primeira foi vendida a um milionário russo em 2008.



25/06/10 - 17h08 - Atualizado em 25/06/10 - 17h08
Bloco de quartzo da Amazônia vira banheira de R$ 1,4 milhão
Peça será colocada à venda na Inglaterra.
Banheira foi criada por designer italiano.



Peça de 2 metros de diâmetro será colocada à venda na loja de departamentos Harrods, em Londres. (Foto: Reprodução)




O designer Luca Bojola posa dentro de sua obra, ainda durante o processo de fabricação. (Foto: Divulgação).( Rosy Lee Brasil Que Absurdo e aonde esta o direito do hoatis dos Brasileiros ,nadandando nas riquesa do Brasil

Indio Fazem Protesto



6/23/2010 - 10:25 A-A+











Protesto

Índios fazem protesto contra construção de usina no interior de MT

Eles querem compensação permanente à etnia enawenê-nawê por prejuízo de contrução em área próxima da reserva.




6/23/2010 - 10:25 A-A+






Cerca de 300 índios da etnia Enawenê-nawê estão desde segunda-feira na cidade de Sapezal (distante 473 quilômetros da capital mato-grossense) fazendo protestos contra a construção de usinas na região do rio Juruena, no norte do Estado.



De acordo com as informações da polícia, os índios alegam que a área indígena dos enawenê-nawês serão prejudicadas com a construção da usina e querem uma compensação permanente das empresas licitadas para a construção.



Ainda segundo a polícia, os índios estão concentrados no Centro de Tradições Gaúchas (CTG) da cidade, armados e fazendo ameaças. A reclamação dos índios teve início com a construção da Usina Telegráfica, a primeira das das nove usinas que estão em construção ou em fase de licitação na região.



O tenente Márcio Tadeu da Silva, da Polícia Militar, explicou que a usina fica a cerca de 20 quilômetros de distância da área indígena dos Enawenê-nawês. Mesmo assim, as empresas teriam entrado em um acordo financeiro com os indígenas no ano passado, que terminaria no fim deste ano.



Representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai) em Mato Grosso, Ministério Público Federal, Casa Civil e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) já estão na cidade e discutem com os índios uma forma de resolver a situação.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

segunda-feira, 24 de maio de 2010

RSS .O Portal de Notcias da Globo

24/05/10 - 19h04 - Atualizado em 24/05/10 - 19h12
Caixa lança edital para colocar agência bancária em barco na Amazônia
Trajeto do barco passará por área em que vivem 253 mil pessoas.
Agência permitirá abrir contas e terá médico e dentista a bordo.

Do Globo Amazônia, em São Paulo
Atualizado Rosy Lee Brasil


Caixa Econômica Federal lançou nesta segunda-feira (24) licitação para contratar serviço de agência bancária em um barco flutuante na Amazônia. A iniciativa segue a experiência que o Bradesco vem desenvolvendo desde o ano passado, para levar atendimento a populações ribeirinhas que não têm banco perto de casa. A notícia foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda.



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O trajeto de Manaus a Coari será o primeiro testado no novo sistema, pelo Rio Solmões. Alguns municípios no caminho são Iranduba, Manaquiri, Manacapuru e Codajás, uma área em que vivem cerca de 253 mil habitantes. Mas a Caixa também já avalia outras 15 calhas de rios, distribuídas nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima.



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A agência flutuante deverá oferecer serviços de abertura de contas, atendimentos sociais, habitação de interesse social e micro crédito. Além disso, o barco terá atendimento médico e odontológico para atender a população ribeirinha.



O edital prevê uma embarcação com capacidade para 65 pessoas. Para navegar no Solimões, o barco deverá ter vigilância armada, sistema de monitoramento de imagens, controle de acesso e sistema de rastreamento.




Em março, o Globo Amazônia publicou uma reportagem sobre o barco flutuante operado pelo Bradesco na Amazônia, cujo trajeto vai de Manaus até a cidade de Atalaia do Norte, quase na fronteira com o Peru. Leia a reportagem sobre a iniciativa e veja, no infográfico abaixo, como funciona a tecnologia usada no sistema.

Terra preta de índio é altamente fértil

Terra preta de índio é altamente fértil
Presente em várias regiões da Amazônia, uma rede de pesquisadores estuda o processo usado pelos indígenas para deixá-la assim
24/05/2010 - 10:52

fonte: Inpa
atualizado Rosy Lee Brasil

A chamada terra preta de índio é altamente fértil e está no centro dos estudos feitos por profissionais do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e pesquisadores internacionais. Eles querem saber como essa terra foi obtida e de que maneira a técnica pode ser aplicada na agricultura regional, já que está presente em várias regiões da Amazônia.

Sabe-se, até aqui, que ela é fruto do processo de queima controlada feita por indígenas. Na maioria das vezes é possível encontrar nessa terra artefatos como vasos de cerâmica. São vestígios de povos que há milhares de anos desenvolveram uma técnica de trabalho com o solo e que, agora, os cientistas tentam desvendar. O projeto é multidisciplinar e reúne várias linhas de pesquisa em áreas como etnobotânica, antropologia e geologia, tendo como base a recuperação de áreas degradadas e o desenvolvimento de agricultura familiar com segurança alimentar.

Na semana passada um grupo de pesquisadores do Inpa/MCT e da Universidade de Michigan (EUA) fez uma visita a algumas áreas na comunidade da Costa do Laranjal, em Manacapuru, interior do Amazonas. A área é utilizada há mais de 150 anos por várias famílias para o cultivo de hortaliças e espécies frutíferas.

“Acreditamos que a chamada terra mulata, que é uma transição da terra preta de índio com o solo comum, é um fruto de um manejo que os índios faziam, inclusive, usando o fogo de maneira controlada e racional”, enfatizou o pesquisador da Coordenação de Ciências Agronômicas do Inpa, Newton Falcão. A ideia é fazer com que os estudos permitam atingir um manejo de resíduos orgânicos como folhas, ossos e restos de alimento, “e começar a construir a fertilidade do solo”.

Para a pesquisadora da Universidade de Michigan, Antoinette WinklerPrins, os estudos com terra preta de índio representam uma semente para o futuro em relação ao uso sustentável do solo. “Já há várias ideias que estão em prática e que já auxiliam os pequenos produtores da região. Esse projeto é uma semente para o futuro”, salientou.

A Praga de eucalipto já tem controle biológico

Mundo Orgânico



A Praga de eucalipto já tem controle biológico
atualizado Rosy Lee Brasil


O eucalipto, espécie madeireira originária da Austrália e das Ilhas da Oceania, é uma excelente fonte para produção de papel e celulose que traz muitos ganhos para o Brasil. No entanto, essa cultura é ameaçada por diversas pragas, doenças e plantas daninhas. No Brasil, entre as pragas naturais que a atacam destacam-se, principalmente, as formigas cortadeiras, os besouros e as lagartas desfolhadoras. E, recentemente, tornou-se mais preocupante a chegada ao país de uma nova praga que ataca o eucalipto: o psilídeo-de-concha.

Durante o Prosa Rural - programa de rádio da Embrapa veiculado de 10 a 14 de maio, o pesquisador da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) Luiz Alexandre Nogueira de Sá fala sobre uma alternativa de combate a esta praga. Segundo ele, o controle biológico, feito com uso de uma vespinha parasitóide de nome complicado, Psyllaephagus bliteus, se mostrou como o método mais adequado, já tendo sido validado nos Estados Unidos e no México. O controle biológico com o uso deste inseto vem reduzindo a infestação da praga nos eucaliptos, conforme resultados obtidos nesses países.

Sá informa que para combater o psilídeo-de-concha, um dos métodos utilizados é o controle químico, com o uso de inseticidas sistêmicos de alto custo, impactantes ao meio ambiente e de efeito temporário. O custo estimado com aplicação desses inseticidas, de acordo com o pesquisador pode variar de R$ 40,00 a 150,00 por hectare, sendo necessárias, no mínimo, três aplicações por ano.

Segundo ele, estudos já estão em andamento no Brasil, com o objetivo de se conhecer a presença deste e de outros agentes de controle biológico nas florestas de eucalipto. "A vespa parasitóide, recém introduzida no país, está sendo criada em condições de laboratório e liberada nos hortos florestais de eucalipto na região de Jaguariúna, desde 2005", informa.
De acordo com o pesquisador, a aplicação desta tecnologia está beneficiando tanto o pequeno e médio produtor rural de eucalipto para lenha, carvão, mourão de cerca e postes de rede elétrica; como o grande produtor na produção em larga escala de papel e celulose pelas indústrias do ramo florestal e de carvão para a siderurgia nacional; e também o meio ambiente pela utilização de uma tecnologia limpa, com o mínimo impacto ambiental e de baixo custo.

O Prosa Rural é o programa de rádio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa. O programa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Fonte: Embrapa